Motos

Dani Pedrosa e Marc Márquez

Em comunicado intitulado ‘Dream Team’, ou equipa de sonhos, a Honda anunciou, finalmente, aquilo que todos pareciam já saber há algumas semanas no paddock da MotoGP. A marca japonesa terá dois espanhóis na equipa de fábrica em 2013. Nesta quinta-feira, em Mugello, onde o Mundial chega para a nona etapa, veio a confirmação da contratação da jovem promessa da Moto2, Marc Márquez, e a renovação por mais duas temporadas de Daniel Pedrosa, que faz parte de equipa laranja desde 2006.

O nome de Márquez estava já bastante cotado para integrar a equipa em 2013, desde o momento que Casey Stoner afirmou, às vésperas do GP da França em maio, que esta será a sua última temporada na MotoGP. E ganhou ainda mais força quando a categoria colocou um fim à regra dos rookies. A construtora nipónica chegou a ir atrás de Jorge Lorenzo, campeão de 2010 e atual líder do campeonato, mas o espanhol de 25 anos decidiu mesmo permanecer na Yamaha, equipa que defende desde 2008, quando se estreou no Mundial.

Sem grandes alternativas no mercado, a equipa comandada por Shuei Nakamoto optou mesmo pelo óbvio, fechando com Pedrosa e promovendo Márquez, de 19 anos e campeão das 125cc em 2010, num acordo de dois anos. O vínculo do jovem piloto com a Repsol, petrolífera que apoia a Honda há anos, também pesou na decisão, além da carreira meteórica que Marc apresentou nas duas classes de acesso nas últimas duas temporadas.

Chegar à MotoGP no próximo ano pela Honda é um sonho que se torna realidade e quero muito agradecer à equipa pela confiança depositada em mim“, disse o atual líder da Moto2. “Estou realmente muito orgulhoso de fazer parte da grande família da Honda e nunca vou esquecer todas as pessoas que me ajudaram desde que comecei a correr de moto“, completou.

Agora, o meu foco é a Moto2. A minha equipa e eu estamos a trabalhar duramente e estamos ansiosos e animados para atingir o nosso objetivo principal, que é o Mundial de 2012“, acrescentou.

O contrato com Pedrosa também não é nenhuma surpresa. O catalão de 26 anos assinou um vínculo com a equipa japonesa até fim de 2014. “Tem sido um relacionamento longo com a Honda, e eu realmente tinha muita vontade de ficar aqui. A luta pelo campeonato deste ano está aberta e os próximos dois anos serão bastante interessantes para mim“, disse o espanhol, que ocupa a vice-liderança do Mundial, 14 pontos atrás de Lorenzo, que soma 160.

Toda a minha carreira tem sido ligada à Honda, desde que entrei nas 125cc, depois 250 e, finalmente, a MotoGP em 2006. Talvez eu seja um dos pilotos com maior tempo de relacionamento com a Honda na história, o que me deixa bastante feliz. No momento, só posso agradecer à Honda uma vez mais pelo apoio e confiança. Tenho certeza que vamos fazer muita coisa boa juntos”, concluiu.

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