Jean-Éric Vergne diz que World Series by Renault está mais forte que a GP2

Jean-Éric Vergne

A GP2 ainda permanece como a principal categoria de base de monolugares antes da F1, principalmente por correr a maior parte das corridas da temporada no mesmo fim de semana do principal campeonato do automobilismo mundial. Mas, ano após ano, as World Series by Renault tem vindo a ganhar força e cada vez mais respeito. Jean-Éric Vergne, vice-campeão na temporada passada e atual titular da Toro Rosso, comparou as duas principais categorias-escola e entende que as World Series by Renault é, atualmente, mais forte que a GP2.

Facto é que a World Series by Renault atraiu maior quantidade de jovens talentos com potencial para alcançar a F1 do que a própria GP2. Prova disso foi a grelha da etapa de Aragão, disputada no último domingo. Nico Müller, Kevin Magnussen, Lucas Foresti, Yann Cunha, Nick Yelloly e Carlos Huertas são algumas das caras novas para esta temporada. Neste ano, além das atualizações técnicas, o carro das World Series by Renault ganhou também a asa móvel, recurso originalmente criado para a F1 em 2011.

Por sua vez, a GP2 ainda atrai jovens talentos, mas sem mais a mesma força de outrora. Prova disso é que os protagonistas desta temporada são dois veteranos da categoria: Davide Valsecchi, o líder do campeonato, e Luiz Razia. Destaque para quatro pilotos: Felipe Nasr, Tom Dillmann, Rio Haryanto e James Calado.

Vergne fez uma exibição com o carro da Red Bull no último fim de semana no circuito de Motorland na abertura das World Series by Renault. Em visita aos antigos companheiros, o francês não teve dúvidas ao falar sobre a competição. “Este é o campeonato mais forte deste ano, mais que a GP2”, disse o gaulês.

É realmente uma grelha muito forte, e o piloto que ganha este campeonato vai definitivamente merecer uma vaga na F1. Há tantos bons pilotos, não acho que você verá alguém vencer mais do que três ou quatro corridas”, avaliou Jean-Éric. No ano passado, Vergne foi superado por Robert Wickens. Entretanto, o canadiano optou por outro projeto no automobilismo e integra o grupo de jovens pilotos da Mercedes no DTM.

Vergne apenas lamentou não ter tido a chance de guiar o atual carro das World Series by Renault. “Devo dizer que estou um pouco decepcionado porque não tivemos o carro novo no ano passado, ele parece muito bom. Estava a conversar com alguns dos outros pilotos que me disseram que a aderência é inacreditável”, comentou.

As atualizações no carro das World Series by Renault para este ano fazem Vergne crer que a categoria é a melhor escola antes da promoção para a F1. “Quando se guia num campeonato como este, um dia será capaz de estar na F1. O carro é muito mais rápido que o do ano passado e, por isso, cada vez mais perto de um F1”, disse. “Depois de correr nas World Series by Renault no ano passado, eu senti, no fim da temporada, que estava pronto para a F1”, concluiu.

Posted on 10 de Maio de 2012, in GP2 Series and tagged . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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