António Félix da Costa: “A GP2 está complicada”

António Félix da Costa

Satisfeito com este teste na GP3, António Félix da Costa admite que está aberto à possibilidade de continuar nesta competição caso não seja possível ascender à GP2.

Foi bom poder regressar à atividade. Estava parado há três meses, desde que fiz o Grande Prémio de Macau, portanto este convite da Carlin foi bom para ganhar ritmo. Continuo a aposta em fazer a GP2, mas também pude aproveitar para testar caso tenha que fazer a GP3“, admitindo esta como uma possibilidade real, caso não seja possível reunir o orçamento necessário para dar o salto para a categoria de acesso à Fórmula 1.

O carro da GP3 está praticamente igual ao do ano passado, tendo como única alteração “voltarmos a usar a mesma asa traseira que no primeiro ano da GP3. O ano passado estávamos limitados a sete graus, mas agora temos mais carga aerodinâmica, o que exige mais do piloto“.

Em relação a este regresso à Carlin, com quem fez algumas provas em 2010, quando ainda estava na F3 Euroseries, Félix da Costa ficou surpreendido pela positiva, já que “eles trouxeram um engenheiro da GP2, mais experiente, e juntos pudemos evoluir o carro para entrar regularmente nos três primeiros. Não posso dizer que está perfeito mas está bem melhor. Eles tiveram um ano muito mau o ano passado e os pilotos deles tinham deixado o carro todo ao contrário“.

Depois deste teste, o piloto português vai continuar à procura de um lugar disponível na GP2, admitindo que “está complicado. Ainda não tenho todo o dinheiro necessário para fazer a GP2, mas o mais importante é que começam a faltar equipas competitivas. Restam poucas opções, como a Caterham ou a Ocean. Cheguei a ter uma boa proposta por parte da DAMS e a manter os contactos com a Lotus, mas está muito complicado arranjar apoios em Portugal. Em princípio vou saber dentro de uma semana se tenho os patrocínios necessários“.

Caso não seja possível subir à GP2, Félix da Costa só está disposto a “repetir a GP3, com um negócio muito bom, ou a Fórmula 3 com o apoio de uma marca. A World Series by Renault está fora de hipóteses, pois com o novo carro os orçamentos são quase iguais aos da GP2, e mesmo estes já estão a fazer grandes borlas, pois a busca por patrocínios não está só má em Portugal, mas em todo o lado“.

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Posted on 22 de Fevereiro de 2012, in GP2 Series, GP3 Series and tagged . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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